Desirée, 35 anos, geminiana com toda duplicidade do mundo e totalmente antenada com tudo e todos.
Sou conhecida por poucos como Dedé, apelido que vem da minha família.
Por falar em família, ela é pequenina... minha mãe, meu querido e amado pai já faleceu e tenho um irmão. Não convivo muito com eles, mas amo-os do fundo do coração.
Casada (e muito bem!) com o Vinnie Lindo e mãe de Baby Luiza, um doce de menina.
Não sei cozinhar, mas o Vinnie sabe por nós 2. Morro de inveja!
Gosto e desgosto em segundos, mas sou muito mais eu.
Queria ter 1,70, mas tenho 1,67.
Queria ser mais magra, ativa e saudável, contratei um personal trainner, mas não deu certo!
Adoro conversar, falar ao telefone, ler manuais, aprender coisas novas e dormir.
Sou altamente curiosa, instintiva, zelosa com meus queridos e péssima dona-de-casa.
Perco as estribeiras facilmente, mas tendo me educar.
Sou meio Emília e quase sempre digo tudo o que penso. Quando não digo acabo me arrependendo.
Não bebo, mas fumo e sou viciada em Coca-Cola. Um dia eu melhoro...
Queria ser menos pontual, stressada e preocupada com o futuro.
Sou mulher, mas com recaídas de menina.
Sou sincera e boa amiga. Excelente conselheira e adoro fofocar, mas nada que me impeça de dizer cara a cara.
Se necessário, mato um leão por dia pela minha família.
Odeio mediocridade, fanatismo, racismo e burrice.
Adoro inteligência e vanguarda.
Sonho com uma casa com muitos armários e meu Land Rover na garagem.
Sou feliz, sou do mundo, mas sou muito mais Minas Gerais!
.:: uma frase ::.
A maior parte daqueles que não querem ser oprimidos, querem ser opressores.(Napoleão Bonaparte)
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Há mais coisas que procurar neste nosso coração faminto, do que em todas as estrelas do céu.(Thomas Hardy)
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Porque nunca se deve alimentar uma dor, sem antes dar de comer ao ódio.(do filme As 3 Marias)
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O que sabemos é uma gota. O que ignoramos é um oceano. (Isaac Newton)
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Que é a vida? Um frenesi. Que é a vida? Uma ilusão. É uma sombra, uma ficção, e é pequeno o maior bem, pois a vida toda é sonho, e sonhos os sonhos são.(la Barca)
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Todas as partes do organismo formam um círculo. Portanto, toda e qualquer parte é um princípio e um fim.(Hipócrates)
Um casal amigo meu terminou sua história, fiquei muito triste e ao mesmo tempo pensativa: como é que fazemos para cultivar nosso amor ?! O amor no contexto amplo, o amor a nós mesmos e ao outro. Kdê a receita...
Criei esse espaço para colocar alguns pensamentos que me inspiram e talvez possam inspirar outras pessoas. Quem sabe, né?!
Começo com Mario Quintana, em um post surpreendente que li no blog Ampulheta Azul.
O tempo
"Com o tempo você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa,
você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela.
Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama),
e que não quer nada com você,
definitivamente não é o homem ou a mulher da sua vida.
Você aprende a gostar de você, a cuidar de você,
a gostar de quem também gosta de você.
O segredo é não correr atrás das borboletas...
É cuidar do jardim para que elas venham até você.
No final das contas, você vai achar,
não quem você estava procurando,
mas quem estava procurando por você!"
¿Existem quatro coisas que jamais retornam:
A pedra, depois de atirada;
A palavra, depois de proferida;
A ocasião, depois de perdida
E o tempo, depois de passado.¿
Hoje é dia! Lasagna na casa da minha sogra...
Antes que hajam interpretações errôneas e preconceituosas, minha querida sogra é ótima, muito gente boa! Só eu que tô meio sem querer sair comigo mesma...
Comida demais, conversa demais, paciência de menos! Arghhhhhhhh
Sexta-feira, 13 de agosto, ventania. É dia prá ficar em casa quietinho... mas eu trabalhei 21 horas seguidas e olha que nem sou médica! Hoje está parecendo que dormi dentro de um trem desgovernado! Ningúem merece...
Ps: Adoro gatos pretos!
Este post é especialmente em homenagem ao blog Elas por Elas... um pouco das minhocas da mente feminina!
A OUTRA (Luis Fernando Veríssimo)
O problema era que ela era irresistível quando acordava. Tinha até um cheiro diferente, que desaparecia no resto do dia.
Um cheiro morno. Cheiro de leite morno, era isso. Com um inexplicável toque de baunilha.
Muitas vezes ele acordava a mulher, cheirando-a. Ela despertava com ele farejando entre os seus seios, ou tentando enterrar o nariz entre a sua cabeça e o travesseiro para cheirar a nuca, onde descobrira traços de amêndoa.
Ela dizia "O que é isso, João?!"
E ele: "Estou te cheirando há meia hora."
E ela: "Pois pode parar."
O problema era que ela acordava de mau humor. Quente, cheirosa, apetitosa e emburrada. Nem deixava ele beijá-la na boca.
"Eu ainda não escovei os dentes!"
E se ele tentasse beijar o seu umbigo (noz-moscada, possivelmente canela) ela lhe dava um chute.
E não eram só os cheiros. Ela acordava fisicamente diferente.
A cara maravilhosamente inchada, a boca entumecida, como a de certas meninas de Renoir.
No resto do dia ia alongando-se, modiglianizando-se, mas de manhã era uma camponesa compacta, com fantásticas olheiras roxas.
Ele não sabia explicar.
Ela era uma mulher delgada, de pernas compridas, mas de manhã tinha as pernas grossas. As coxas eram cobertas com uma leve penugem loira que de noite ela não tinha. E, ou ele muito se enganava, ou até a bunda ela perdia, de dia.
A bunda. As nádegas redolentes.
Mmmmm... Ervas aromáticas. Um quê de sândalo...
- Pá-ra.
Todas as noites, ela preparava-se para a cama com um ritual.
Depois do banho, colocava a camisola transparente e vestia meias pretas, só para poder tirar as ligas e as meias na frente dele porque achava que ele gostava.
Ele sorria sem vontade, da cama, não querendo dizer que aquilo não lhe causava a menor impressão, que gostava mesmo era quando ela acordava de manhã com a camisola toda torta, com uma alça enroscada nas pernas, nas doces pernocas matinais. Não queria estragar o seu ritual, mas de noite o emburrado era ele.
Ela ficava deitada ao seu lado, o penteado perfeito, um meio sorriso paciente nos lábios, esperando.
Cheirando a sabonete e esperando.
- Você ainda vai ler por muito tempo?
- Ahn.
"Ahn" não queria dizer nem sim nem não. Queria dizer "Ahn".
Ela tentava começar uma brincadeira, cutucando-o com o pé.
Inventava canções que cantarolava no seu ouvido - "Ele não me quer, ai, ele não me quer". Ou fingia que se interessava pelo livro.
"Tem sacanagem?"
Ele acabava cedendo, só para fazê-la parar. Ou continuava lendo até que ela desistisse e dormisse. Não queria nada com
aquela pessoa que virava as pestanas antes de ir para a cama. Queria era a camponesa da manhã. Sonhava com a sua camponesa irritada.
De manhã era ele que insistia. "Deixa. Só um pouquinho..."
Ela afastava a cabeça dele. "Não, já disse!"
Ele só queria passar a ponta do nariz pelo trigal das suas coxas, só isso. Ela não deixava.
Precisava levantar, escovar os dentes, tomar um café e começar a vida. Antes de escovar os dentes e tomar um café, era a tese dela, uma pessoa não é uma pessoa, é uma coisa.
Pode evoluir para uma pessoa se fizer um esforço, mas é um processo lento e difícil que requer concentração e exclui qualquer forma de digressão, ainda mais sexual. Ela comparava o sono a um acidente ao qual a gente sobrevive, mas leva meio dia para se recuperar. E o desejo dele de possuí-la antes de escovar os dentes a uma tara indefensável, quase a uma forma de necrofilia.
"Sai, sai!"
- Então deixa eu só cheirar mais um pouquinho.
- Não, já disse.
E ela se levantava, tentando encontrar as pontas da camisola, puxando uma alça do meio das pernas com fúria. Quando chegava na porta do banheiro já era uma mulher comprida. Se ao menos ela deixasse a bunda na cama, pensava ele. E ficava cheirando o travesseiro ainda quente. Mmmm. Amêndoas, decididamente amêndoas.
"Ele já não gostava mais de mim. Que pena, que penaá..."
Ele fazia um gesto para afastá-la do seu ouvido, como se ela fosse um mosquito.
- João, eu acho que você tem outra.
- Outra o quê?
- Outra mulher.
- Que bobagem.
- Acho que você está pensando nela neste momento. Fingindo que lê e pensando nela. Diz que não!
Ele não dizia que não. Estava pensando nela, de manhã. A sua outra, a sua inatingível outra, a das pernocas, a da baunilha. Mas ela não precisava se preocupar, pensou. Nunca seria enganada. A outra não queria nada com ele.
- Apaga a luz, apaga.
Ele suspirava, fechava o livro, apagava a luz. Enquanto faziam amor, ele tentava imaginar que ela era a outra. Mas o cheiro de sabonete atrapalhava...
A cidade foi fundada em 1702 por João de Siqueira Afonso, descobridor de muitos filões de ouro na encosta da Serra de São José, sendo batizada de Arraial de Santo Antonio... assim começa a história de Tiradentes.
Visitar Tiradentes atualmente é como voltar no passado: lugar calmo, as construções ainda bem conservadas, as pracinhas, charretes, as ruas e mesa farta...
Por falar em comida, começa dia 20 o Fest Gourmet, o tradicional Festival Gastronômico que reune renomados chefs nacionais e internacionais e a culinária local. Uma verdadeira orgia de gostos e sabores. Eu estarei lá montando o Maria de Lourdes Botequim! Quem viver, verá!
"Eduarda é fã
incondicional de Monica Lewinsky,
afinal não é qualquer uma que faz
um boquete no presidente
dos Estados Unidos e ainda
consegue arrancar
7 milhões de dólares do mesmo."
Mais um dia de trabalho e agora sensação que nem tudo ainda foi feito...
A gente podia ter um botão "On/Off" para várias categorias: trabalho, fome, sono, sexo. Diminuiria o número de stresses, dores de cabeça, obesidade, coisaetal. :)
Sempre contei o tempo que faltava para ser adulta.
Agora, tôqui, tendo momentos de revival do passado e pensando se era mais feliz do que sou hoje. Eita roda viva!
Reconheço que é muito bom ser dona do próprio nariz - arrebitado, mas tudo bem! Quando vejo minha carteira de identidade, me reconheço, mas sei que de lá prá cá muita coisa aconteceu! Ali, a vida olhava prá mim e eu meio que fingia de boba...
Meus sonhos... nem sei como eram, mas hoje sei da minha realidade, o que me deixa menos desesperada por viver tudo em um minuto.
Outro dia li, não sei onde, que a felicidade é proporcional às expectativas. Fiquei pensativa e fui obrigada a concordar. Com a vida, aprendi a aprender, a absorver os solavancos do percurso e a ser realista (conformada jamais!). Bom é deixar o dia nascer, todo dia, dia a dia, cada vez melhor...
Depois do meu período de retiro espiritual, resolvi rever meus bloggs favoritos e muita gente tá fora do ar...
E agora ?! O que será de mim ?! Vou ter que buscar novos rumos! Odeio mudanças!